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DEUS MANDOU UM INCRÉDULO PAGAR O ALUGUEL DE UM CRENTE

Por Enoque Rodrigues Nogueira

 

Aconteceu na Mecânica Bilbao

 

“Enquanto foste precioso aos meus olhos, também foste glorificado, e eu te amei, pelo que dei os homens por ti, e os povos, pela tua alma” (Is 43.4).

 

Quando Deus quer operar em nossas vidas para mostrar o Seu poder nada o impede; faz o que quer, quando quer, usa a quem quer e nenhum de seus pensamentos pode ser impedido. Como Soberano, usa de quaisquer recursos realizar o seu intento; usa até quem não lhe dá ouvidos, até quem se diz ser ateu.

No final da década de setenta trabalhei cinco anos como mecânico ajustador na Mecânica Bilbao, uma oficina de confecção de peças de alta precisão que funcionava no bairro carioca do Cachambi, onde pude ver Deus fazer vários milagres na minha vida profissional. O dono do estabelecimento, Sr. Abascal, era um espanhol de coração caridoso, alegre, animado e quando o assunto era religião, declarava-se ateu.

Fui um jovem atuante na igreja onde congregava, sempre atendendo às ordens dos líderes departamentais de forma que, não me cansava de realizar todas as tarefas que me eram confiadas. Sentia-me muito feliz por prestar aqueles serviços sem necessitar de compensação financeira. Dividia o meu tempo entre o trabalho, igreja e a faculdade que cursava em Niterói.

Sempre ouvia dizer que Deus recompensava os Seus servos pela obras realizadas em favor de Sua obra e, de fato, essa verdade se manifestava constantemente na minha vida.

Única e exclusivamente para edificação do leitor deixo aqui o meu testemunho.

Era uma segunda-feira especial depois de um domingo maravilhoso na presença do SENHOR. Fui para o início de mais uma jornada de trabalho, portava apenas o dinheiro das passagens. Levei comigo um boleto de aluguel do apartamento onde morava com meus irmãos Josué e Lydia. A conta deveria ser paga no intervalo para o almoço em uma imobiliária no Méier.

No jirau da oficina tinha um cabide de parede que ficava próximo à mesa do dono da Oficina, Sr Abascal, que naquele dia estava ali assentado desde os primeiros minutos do expediente, o que não era comum; nesse horário ele costumava estar no bar ao lado, do Sr. Abílio, tomando café, discutindo sobre o Vasco da Gama e Política Nacional.

Quando ainda trocava o meu traje pelo tradicional guarda-pó, o Sr. Abascal  me chamou dizendo:

- Nôck, quer venir aqui!?”

Com voz infirme e a mão esquerda trêmula enfiada no bolso continuou:

- Nôck, nom sei, porque, mas tengo que te dar una cosa; nom sei porque; mas... nom conte a outro isto qui voi a facer; alguma cosa me mandou te dar um dinheiro e.. aqui está”

Com os meus olhos lacrimando contive a emoção ao ver mais uma vez a glória de Deus na vida de quem se dedicava na obra do SENHOR.

Quando Abascal tirou a mão do bolso veio um punhado de notas desarrumadas, sem o tradicional envelope de pagamento e mo entregou nas mãos. Quando contei o dinheiro eu lhe disse: Já sei o que é isto; Deus mandou que você me desse este dinheiro; exatamente a quantia que preciso para ir ao Méier pagar o aluguel que vence hoje.

Aquele dinheiro dado pelo Sr Abascal não foi contabilizado como salário, nem como bônus, prêmio ou outro termo de remuneração; também não foi descontado no meu pagamento; foi um presente especial de Deus para mim.

O nosso Deus é o JEOVÁ JIRE, O SENHOR PROVERÁ, faz o que quer, a quem quer e como quer. Usa de sua soberania para fazer o lhe aprouver sem dever satisfação a outrem. Não pedi Deus que me desse recurso para pagamento do aluguel daquele mês, mas ele conhece as nossas necessidades.

Aprendi que Deus atende às nossas necessidades independentemente das nossas petições; basta que sejamos fiéis a Ele. “Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós” (Ef 3.20).

 

EU DEPENDO DA GRAÇA DE DEUS

 

 

 

 

 

 


AINDA BEM QUE DEUS NÃO ME OUVIU

Testemunho pessoal de Enoque Rodrigues Nogueira

Escrito em 18 de março de 2009

 

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Plataforma de Pampo

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Eu trabalhava em Pampo, uma plataforma fixa que operava na Bacia de Campos, quando chegou ao Brasil com toda pompa a belíssima obra de engenharia, chamada P-36. A mídia mundial mostrava a mais nova unidade operacional da Petrobrás com tanta ênfase que e eu desejei ser transferido para lá.

Enquanto isso, em Pampo, Surgiu uma oportunidade para quem estivesse interessado em transferência. Aproveitei a ocasião para colocar o meu nome na lista direcionando-o para a P-36. Depois iniciei um programa pessoal de oração. Eu buscava ao SENHOR com objetivos profissionais sistematicamente sessenta minutos diariamente no centro do heliporto, sempre a partir da meia noite. Pedia a Deus que o meu nome fosse aprovado e me desse vitória. Visando fortalecer o intento, fazia em paralelo vários jejuns na intenção de comover o coração de Deus a meu favor; teve um embarque de 14 dias que jejuei sem parcialidades dozes vezes até meio dia e duas vezes por todo o dia; eu só queria que Deus me atendesse.

 

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www.anp.gov.br/petro/images/p36_a1_G.jpg

Enquanto a plataforma recebia os retoques finais para depois ser levada para as águas profundas, recebemos em Pampo alguns estagiários da P-36; eram profissionais de diversas áreas adaptando-se para o nosso projeto.

Tive uma grata surpresa: o gerente e o coordenador de produção da nossa plataforma foram transferidos para a nova unidade. Eu fiquei entusiasmado; eu era um bom mecânico, havia vaga para a minha função, eles me conheciam e eram os aprovadores de quaisquer transferências. Glória a Deus! Eu glorificava dizendo no meu coração: A minha oração está sendo ouvida e Deus está trabalhando. Continuei esperando a minha transferência.

Passou-se algum tempo e eu não via o meu nome no organograma da P-36. Fiquei entristecido porque eu queria sair daquela plataforma antiga que constava nos Guiness como a mais pesada do mundo e passar para outra que também constava no livro, mas por ser a mais moderna.

Depois de ficar contente pensando que as coisas estavam se encaixando, fui ficando impaciente por não ver o meu nome na P-36; então, de um crente cheio de fé eu me sentia enfraquecido. Eu não queria nem pensar na hipótese de não ser chamado, mas pelo outro lado, não era plano da Gerência em me convocar.

Algum tempo depois a P-36 já estava no mar em plena operação, ajudando o País na luta pela autosuficiência em petróleo.  O meu desejo não foi atendido, não fui transferido e a lotação da plataforma estava completa.

Depois de quase um ano, já conformado com a situação, eu via pela Intranet alguns nomes de profissionais que estiveram comigo. Eu dizia comigo mesmo: “Era a minha última chance de melhoria”. Naquele tempo todas as disciplinas de manutenção foram terceirizadas.

Certo dia, em gozo de folgas, eu estava sentado no sofá sozinho em nosso apartamento em Tomás Coelho quando assisti pela TV as notícias sobre a um acidente na P-36 com vítimas fatais. No mesmo instante eu me lembrei da oração e da minha insistência com Deus para que eu estivesse naquela unidade.

Uma operação normal que começou na noite de 14 de março de 2001 desencadeou em uma série eventos inesperados até as 11 h 40 min. do dia 20 de março de 2001 quando a P-36 foi a pique.[1]

Um pouco mais tarde foi divulgada a lista com os nomes das vítimas fatais; e entre elas estavam dois conhecidos meus. O coordenador de produção do período era o que me conhecia e nunca seria transferido sem que ele autorizasse.

Quando percebi a grande probabilidade de eu estar entre os mortos porque eram eles brigadistas de incêndio, como eu também o seria, do jeito que eu estava no sofá, levantei os meus dois braços e caí de joelhos com gritos de choro misturado de felicidade por ter um Deus tão misericordioso. Eu exclamei:

Muito obrigado, meu Deus por não teres me atendido o meu pedido!

Na edição 1692 de 21 de março de 2001, a Revista Veja online divulgou sobre o acidente da P-36:

Um urubu pousou no ombro da Petrobras e nada consegue espantá-lo. Nos últimos quinze meses, a empresa viu-se envolvida em 95 acidentes, nos quais morreram dezoito pessoas. Como se não bastasse, desde o ano passado seus dutos foram responsáveis por quatro vazamentos gigantes, que despejaram 5,5 milhões de litros de óleo por lagoas, rios e baías. Na semana passada, essa onda de tragédias culminou com três explosões, que mataram dez pessoas, deixaram uma ferida gravemente e desativaram a maior plataforma do mundo em capacidade de produção de petróleo – a P-36, instalada na Bacia de Campos. Às 2 e meia da madrugada, a monumental construção, equivalente a um prédio de quarenta andares e à largura de um quarteirão, começou a adernar. Junto com ela, afundaram também os planos do Brasil de conseguir a tão perseguida auto-suficiência do petróleo em 2005... [2]

 

 

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http://veja.abril.com.br/210301/p_036.html

 

Depois destes acontecimentos aprendi que, Deus, se quiser, pode me dar tudo o que eu desejar, mas eu posso deixar todas as coisas sob o Seu controle porque Ele sabe do meu futuro.

Reciclagem

Reaprendendo orar:

Deus! Ensina-me orar; arranca a minha ansiedade; dá-me paciência e aumenta a minha fé; ensina-me confiar mais em Ti.

SENHOR! Antecipadamente Te agradeço se, eu orar, jejuar, chorar, suplicar e Tu não me atenderes, pois agora sei que Tu tens sempre o melhor para mim.

 

Quanto a P-36:

Ainda bem que Deus não me ouviu.

 

EU DEPENDO DA GRAÇA DE DEUS



[1] http://www.scribd.com/doc/2569103/analise-acidente-com-a-Plataforma-P36

[2] Fonte http://veja.abril.com.br/210301/p_036.html


EU DEPENDO DA GRAÇA DE DEUS


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