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TEOLOGIA

DIPLOMA DE TEOLOGIA

Chancela do MEC divide opiniões no segmento evangélico

fonte: http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=9600

    Em seu famoso tratado Política, o filósofo e educador grego Aristóteles (384 – 322 a.C.) defende de forma aguerrida a participação do Estado na educação. Para ele, o governo é o “Educador supremo”. Nos séculos que se seguiram ao fundador do Liceu, quando o helenismo tornou-se o cânon de gostos, estéticas e pensamentos, esse conceito reinou soberano entre os povos ocidentais.

 

    Porém, pouco mais de trezentos anos após a morte do sábio, o Verbo fez-se carne e, como homem, repudiou qualquer interseção entre sua missão messiânica e o governo temporal ao afirmar que seu Reino não era deste mundo. Com isso, criou um abismo entre seus seguidores e a máquina estatal.

 

    Embora, ao longo dos dois mil anos seguintes, tenha havido muitas tentativas de envolver duas instâncias tão díspares – a Igreja e o Estado –, a maioria delas redundou em desastre. Não é de se estranhar, portanto, que hoje os estudantes brasileiros de teologia cristã estejam no meio de um fogo cruzado entre os acadêmicos que defendem o reconhecimento estatal de cursos da área e aqueles que entendem que a educação acerca das coisas de Deus deve ficar restrita ao âmbito missional, isenta da influência dos césares de plantão.

 

    Desde que o Ministério da Educação (MEC), através do Conselho Federal de Educação, passou a reconhecer o caráter universitário do curso de teologia, em 1999, a possibilidade de ter a vocação premiada com um diploma carimbado pelo governo tem feito muitos estudantes suspirarem. O sentimento é mais que natural – afinal, grande parte dos alunos vislumbra, de posse do canudo, prosseguir estudos que venham a guindar sua carreira, dentro ou fora do ambiente eclesiástico. “Concluindo a graduação, tenho a intenção de fazer mestrado e doutorado, e o reconhecimento do MEC me facilitaria muito o processo”, planeja José Mirabeau, membro da Igreja Presbiteriana de Copacabana, no Rio de Janeiro. Ele está no 4º ano do curso de bacharel em teologia do Seminário Presbiteriano Reverendo Ashbel Green Simonton. Aspirante ao ministério pastoral, Mirabeau espera que o curso lhe ofereça a formação acadêmica necessária ao exercício da atividade, já que, em sua denominação, a graduação teológica é uma exigência para isso.

 

     Por outro lado, em igrejas onde tal formação não é caminho obrigatório para o púlpito, a visão ainda parece ser mais missional. “O conhecimento teológico é fundamental, mas não será por meio do reconhecimento junto ao MEC que teremos verdadeiros ministros do Evangelho”, pondera a estudante Priscila de Carvalho Figueiredo, aluna do Instituto Bíblico da Assembleia de Deus na Ilha do Governador (Ibadig), também no Rio. “Ser pastor não é uma profissão, mas um chamado, uma vocação”. No seu caso, o estudo da teologia não visa a obtenção de diploma de terceiro grau, já que é farmacêutica. Mas sua fala toca num tema delicado, epicentro da preocupação de muitos envolvidos na questão: a motivação financeira. No entender de Priscila, é um erro classificar o pastorado como uma maneira de adquirir riquezas.

 

“X da questão”

 

    Se, para boa parte dos estudantes, o reconhecimento do curso como de nível superior abre portas até então impensáveis para graduados em teologia – como a continuidade dos estudos nos níveis de mestrado e doutorado e a possibilidade de acesso a cargos públicos restritos a portadores de diplomas de terceiro grau –, o corpo docente vê a questão sob outra ótica. Para professores como Lourenço Stélio Rega, diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo, a oficialização da disciplina interfere até no perfil dos alunos. Segundo ele, antes dificilmente alguém procurava cursos teológicos com outro objetivo que não fosse atender a uma vocação: “Atribuo isso talvez à oficialização do curso, pois antes era comum aconselhar um jovem a fazer primeiro uma faculdade oficializada. Hoje, não há mais necessidade”. Rega diz que agora, mesmo entre os que se dizem vocacionados, a média de idade tem se alterado. “Temos mais alunos jovens”, aponta.

 

    Fato é que quem se matricula hoje em um curso de teologia tem procurado qualidade e perspectivas. “O aluno quer tudo recheado com um diploma superior, reconhecido pelo MEC”, salienta o pastor presbiteriano Jorge Henrique Barro, diretor da Faculdade Teológica Sul Americana de Londrina (PR). “Ele já vislumbra uma especialização, e alguns voam alto, pensando em mestrado e doutorado. Já aprenderam que estudar em uma escola não reconhecida é a morte prematura de um sonho, pois não sendo portadores de um diploma superior, seu curso será livre e ele não irá adiante no processo contínuo de sua formação. Esse é um problema que as escolas não reconhecidas terão de resolver”, diagnostica.

 

    “Precisamos da ingerência direta do MEC para alcançar a excelência?”, questiona, por sua vez, o pastor Neander Kraul, diretor do Seminário Teológico Betel, no Rio de Janeiro. Para ele, a oficialização da teologia ameaça o caráter essencialmente ministerial do pastorado. “Ao nivelarmos pura e simplesmente essa área de formação com as demais, passamos a admitir a teologia como campo profissional”, avalia o educador (ver debate em quadro). “O MEC não é empecilho para nenhuma instituição, a não ser para aquelas que levam a educação teológica com a barriga”, discorda Robinson Jacintho de Souza, gestor e coordenador acadêmico do seminário teológico Servo de Cristo. “Muitas instituições continuam como seminários e, mesmo oferecendo cursos livres, possuem e atendem ao rigor pedagógico-educacional”.

 

    Mesmo assim, Jacintho defende que levar o ensino da teologia a sério, em termos profissionais, não significa perder de vista o que chama de razão da existência dos seminários teológicos: “Responder ao comissionamento de Cristo por meio da educação. Fruto disso, de uns poucos seminários e das faculdades teológicas reconhecidas, são os ministérios frutíferos de seus ex-alunos, que mostram que o ‘x’ da questão não está no MEC, mas em nós mesmos, como gestores desse processo”, conclui.

 

Sim e não

 

    Entre os entusiastas da oficialização, o professor Jorge Henrique Barro, avaliador para cursos de teologia do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), destaca-se por defender que quem ganha com o processo são os seminários, seus alunos e as igrejas. Já uma das vozes críticas mais representativas é a do pastor e professor Neander Kraul, diretor do prestigiado Seminário Teológico Betel, no Rio. Neste debate, cada um deles expõe seus argumentos:

 

Qual sua opinião sobre o reconhecimento do curso de Teologia como de nível superior?

 

    JORGE HENRIQUE BARRO – Esse processo traz muitos benefícios. A oficialização melhora as condições técnicas do curso, como o projeto pedagógico, o plano de desenvolvimento institucional, o nível do corpo docente, a biblioteca, o corpo técnico-administrativo e o próprio corpo discente. Uma escola que passa por esse teste certamente cresce e se desenvolve com mais consciência educacional. Passa a ser uma escola dirigida por gente mais preparada para inseri-la no contexto federativo de ensino.

 

    NEANDER KRAUL – As evidências dão conta de que a Igreja praticamente nada ganhou com o reconhecimento, se o objetivo último dos seminários ao ofertar cursos de teologia for o de servir a Igreja. O curso de Teologia era tido como campo especificamente confessional, gozando de status diferenciado em relação às demais formações de nível superior. Ao nivelarmos pura e simplesmente essa área de formação com as demais, passamos a admitir a teologia como campo profissional e derrubamos nosso antigo discurso de que pastores não são profissionais. Além disso, todo conselho normatizador e fiscalizador de profissão representa os braços do Estado e da própria sociedade civil no controle de determinada ocupação.

 

Existe o risco de ingerência do MEC, ou seja, do Estado, sobre assuntos religiosos?

 

    BARRO – As pessoas ligadas à educação teológica precisam ser mais coerentes. O que se percebe é que os comentários sobre uma suposta ingerência do MEC revelam, por um lado, muita ignorância no assunto, por parte de gente que nunca leu os pareceres e portarias relativas ao ensino da teologia. E, em segundo lugar, trata-se de uma justificativa barata para não entrar nesse processo junto ao MEC. O Parecer 241/1999 garante o estabelecimento de composição curricular livre, levando em consideração suas tradições religiosas. Então, quem disse que uma escola reconhecida pelo MEC não pode ter uma ênfase ministerial? Nenhuma escola precisa ter medo da ingerência sobre seus currículos ou sua vocação.

 

    KRAUL – Cresce, visivelmente, a ingerência do Estado no âmbito religioso. É óbvio que progressivamente o controle sobre a Igreja se adensará. Numa perspectiva espiritual, é fácil observar que todos os prognósticos de que a fé e a religião se esvaziariam na virada do século foram derrubados. Convivemos hoje num mundo sensorial com alta tecnologia, muita espiritualidade e muito misticismo. Neste contexto, parece que a ação diabólica é legitimar a religião na sociedade como um conjunto de valores que simplesmente ajuda o homem a viver.

 

Qual o principal efeito desse processo de oficialização?

 

    BARRO – Uma formação com mais qualidade. Ao reconhecer a área de teologia, o MEC a coloca no sistema nacional e federativo – a teologia sai da clandestinidade e passa a ser um curso com referência nacional.

 

    KRAUL – A questão fundamental que levanto é de cunho ideológico, considerando nossa realidade histórica. Muitos argumentavam que a educação teológica brasileira precisava aprimorar-se. Concordo. O fulcro da questão, entretanto, é se precisamos da ingerência direta do MEC para alcançar esse objetivo.

 

Em busca da qualidade

 

    Conheça algumas das escolas que já obtiveram o reconhecimento do MEC para seus cursos de teologia:

 

Escola Superior de Teologia – EST

Faculdade Batista de Minas Gerais – FBMG

Faculdade Batista do Rio de Janeiro – Fabat

Faculdade Batista Brasileira – FBB

Centro Universitário Metodista Bennett

Faculdade de Ciências, Educação e Teologia do Norte do Brasil – Faceten

Faculdade de Teologia de Boa Vista – Fatebov

Faculdade de Teologia de São Paulo da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil

Faculdade de Teologia e Ciências Humanas – Fatech

Faculdade de Teologia Evangélica em Curitiba – Fatev

Faculdade Evangélica de São Paulo

Faculdade Evangélica de Tecnologia, Ciências e Biotecnologia da CGADB – Faecad

Faculdade Evangélica de Teologia de Belo Horizonte – Fate BH

Faculdade Evangélica do Piauí – Faepi

Faculdade João Calvino – FJC

Faculdade Luterana de Teologia – FLT

Faculdade Metodista de Teologia e Ciências Humanas da Amazônia – Fateo

Faculdade Nazarena do Brasil – FNB

Faculdade Teológica Batista de São Paulo – FTBSP

Faculdade Teológica Batista do Paraná – FTBP

Faculdade Unida de Vitória

Faculdade Teológica Sul Americana – FTSA

Universidade Luterana do Brasil – Ulbra

Universidade Metodista de São Paulo – Umesp

Universidade Presbiteriana Mackenzie

Centro Universitário Adventista de São Paulo – Unasp

Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia – Salt

 

Data: 25/8/2010 16:00:00
Fonte: Revista Cristianismo Hoje Online


51% NUNCA LERAM A BÍBLIA TODA

COPIADO EM 1700402010, DE  

http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=8321

 

Segundo estudo, metade dos pastores nunca leram toda a Bíblia

Por: Vinícius Cintra - Redação Creio

    Cerca de 50,68% dos pastores e líderes nunca leram a Bíblia Sagrada por inteira pelo menos uma vez. O resultado é fruto de uma pesquisa feita pelo atual editor e jornalista da Abba Press & Sociedade Bíblica Ibero-Americana Oswaldo Paião, com 1255 entrevistados de diversas denominações, sendo que 835 participaram de um painel de aprofundamento. O motivo é a falta de tempo, apontaram os entrevistados.

 

    Oswaldo conta que a pesquisa se deu através de uma amostragem confiável e que foi delimitada. Segundo ele a falta de tempo e ênfase na pregação expositiva são os principais impedimentos. `A falta de uma disciplina pessoal para determinar uma leitura sistemática, reflexiva e contínua das escrituras sagradas e pressão por parte do povo, que hoje em dia cobra por respostas rápidas, positivas e soluções instantâneas para problemas urgentes, sobretudo os ligados a finanças, saúde e vida sentimental”, enumera Oswaldo.

 

    A maioria dos pastores corre o dia todo para resolver os problemas práticos e urgentes dos membros de suas igrejas e os pessoais. Outros precisam complementar a renda familiar e acaba tendo outra atividade, fora a agenda lotada de compromisso. Os pastores da atualidade, em geral, segundo Paião,são mais temáticos, superficiais, carregam na retórica, usam (conscientemente ou não) elementos da neurolinguística, motivação coletiva, força do pensamento positivo e outras muletas didáticas e psicológicas. Oswaldo arrisca dizer que muitos ‘pastores precisam rever seus conceitos teológicos e eclesiológicos, sem falar de ética e moral, simplesmente ao ler com atenção e reflexão os livros de Romanos, Hebreus e Gálatas. E antes de ficarem tocando Shofar e criando misticismo, deveriam ler a Torá com toda a atenção, reverência e senso crítico’. Data: 15/4/2010

O RECONHECIMENTO
 
Coisas impressionantes que falam por aí:
 
`Não é estudando teologia que você vai encontrar as respostas para a sua vida`
`A teologia não serve para nada`;
`Você não vai encontrar Deus na Teologia`;
`A teologia só serve para confundir...`;
`Teologia mata, assim como a letra`;
`Os teólogos falam, mas da Boca de Deus é que vem a resposta`;
`Você vai estudar teologia? não faça isto, primeiro estude uma disciplina de verdade`;
`A formação teológica não tem nenhum valor`;
`Onde entra a teologia Deus sai de cena`;
`Somente os padres cursam teologia de verdade`;
`Quem quiser estudar teologia tem que ir para os Estados Unidos`;
`Só reconheço o teólogo que domine o grego, o hebraico, o latim e sejam fluentes em inglês e alemão e tenha se formado na Alemanha`;
`Teólogia é a porta da heresia...`.
 
Ouço muitas outras, diretas e inditretas, nos cultos onde sou convidado para pregar. Contudo, prossigo no estudo teológico, porque se de nada serve para outrem o que aprendi, para mim a máxima é que aprendi que quanto mais estudo, mais fico convicto que nada sei.

VALIDADE DO CURSO DE TEOLOGIA
Enoque Rodrigues Nogueira 
 
Em 1978 quando retornei à Casa Paterna, congregava numa Igreja em Todos os Santos que funcionava numa loja de esquina com quatro portas. Ali Deus manifetava o Seu poder e ficávamos encantados com a eloquência dos pastores Basileu Rene, Ivan da Silva e Souza, Odoljan Coimbra e do presidente Sebastião Firmino de Assunção.
Tudo o que desejavam os vocacionados para a Obre de Deus era o ter mesmo conhecimento teológico que aqueles homens tinham. Tdos eram formados em escolas teológicas livres. Não havia regulamentação do curso por nenhum Órgão governamental.
Os estudantes eram conduzidos aos cursos devido a necessidade da Igreja e em alguns casos encaminhados para escolas em regimente de internato.
Os alunos de cursos teológicos estudavam as diversas displinas da grade visando alcançar o conhecimento de Deus e outros que davam sustentação a doutrina cristã.
Com o decorrer do tempo e com a ampla expansão da igrejas evangélicas e as muitas oportunidades que surgiram, desde a capelania à direção de seminários teológicos, com a presença cada vez mais de novas profissões e ainda considerando os quatro anos que os bons semirários ofecereciam os seus cursos para bacharéis, passou-se e vislumbrar a validação do curso.
Depois de muita discussão sobre a grade, os aspectos doutrinários de cada instituição, o MEC resolveu tratar o assunto, dando o seu parecer sobre o curto de teologia no Brasil.
O assunto ainda está longe de ser conhecido pala maioria.
Muitas faculdades de teologia obtiveram os seus reconhecimento.
 
Faculdade de Teologia Hokemãh
 
Faecad
 
 

A VOZ DA FOTO
 
A foto de formatura fala muita coisa.
A cadeira denota posição sim, mas de busca, de convicção de ser eterno aluno, de sair de uma escola denominada para se ingerassar na Escola Maior. 
O ornamento branco de formato sobre o peito é um autênctico babador; o bacharel é formado em aprendiz e como tal, costuma como uma criança babar diante de qualquer pessoa que fala da Palavra de Deus.
A cobertura em posição de coletor indica a predisposição de receber ofertas em todas as suas formas, principalmente as sugestões e as substanciosas críticas. 
O cinto é um recado ao prórpio bacharel para qie ele nunca se inche.
A vestimenta preta significa a falta de luz, sim, o bacharel em teologia não dispõe de nada de si mesmo e quase sempre a luz que chega nele costuma não refletir.
O olhardiante do fotógrafo significa o olhar do estudante de teologia, sempre focado em quem pruduz Luz e vê continuamente os Seus minstros: Jesus.

Eu, Enoque Rodrigues Nogueira, dependo da Graça de Deus!!!

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